Adaptar a compra do pistol ao agente e à função
A compra do pistol depende do agente e do que você pretende fazer com ele. Não escolha a mesma combinação para todos: adapte a pistola e as habilidades ao papel que vai cumprir.
A compra do pistol depende do agente e do que você pretende fazer com ele. Não escolha a mesma combinação para todos: adapte a pistola e as habilidades ao papel que vai cumprir.
Use a distância esperada para escolher a pistola. Na aula, a Ghost é indicada para trocas mais longas, enquanto a Frenzy combina com a intenção de encurtar e entrar perto do adversário.
Agentes com mobilidade e escape podem aproveitar uma pistola mais agressiva para entrar e encurtar. Nos agentes mais travados, a orientação é favorecer confrontos compatíveis com a Ghost em vez de se jogar em uma disputa muito próxima.
No pistol, a Reyna pode acompanhar quem entra primeiro e buscar o refrag. A ideia é deixar Jett ou Raze abrir espaço e permitir que a Reyna consiga a kill e aproveite seu reset para continuar o round.
Não sacrifique automaticamente a utilidade do suporte para comprar uma pistola melhor. Nos exemplos de sentinelas e outros agentes de apoio, a prioridade é preparar as habilidades; depois da entrada, uma pistola de quem morreu pode ser aproveitada.
De Sheriff no pistol, procure posições de confronto mais longo e não trate o headshot como a única forma de matar. A aula destaca que acertar o corpo também pode resolver o duelo, em vez de forçar uma mira perfeita na cabeça.
O disparo secundário da Classic é uma opção forte quando o inimigo está muito perto. À distância, a orientação muda: tenha calma com os tiros em vez de tratar o burst como solução para qualquer confronto.
O pistol também é um round de controle de mapa e de combinação entre agentes. Invista nas ferramentas que permitem ao grupo entrar e continuar a disputa, em vez de pensar apenas na sua pistola ou na sua kill.